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Redação Galileu - 23/04/2008
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Beleza interior Revista ÉpocaNa semana passada recebi um release sobre a filial de uma clínica de rejuvenescimento vaginal dos Estados Unidos que será inaugurada aqui no Brasil neste mês. Segundo os profissionais que oferecem os serviços, eles “visam proporcionar à mulher moderna uma maior realização em relação ao seu visual, mantendo uma alta qualidade de vida e bem estar sensual. Primeiro, para se sentir atraente e sedutora para si própria, para depois, então, satisfazer-se e sentir-se melhor”. O apelo principal não me convence. Se é para gastar de 1500 a 1700 dólares (liguei pra perguntar o preço) para dar uma melhorada no visual (ainda que eu não entenda muito bem como isso é possível), que seja em um lugar que eu possa exibir por aí. Como não é o caso, passo – talvez uma depilação artística... mas ainda acho que o botox vai ser mais útil para mim. Mas, aparentemente, sou uma das poucas que não se importa com a aparência dos lábios vaginais. Li em uma matéria da revista “Época” que a procura por esse tipo de procedimentos – criados originalmente para corrigir problemas orgânicos – cresceu 30% nos últimos dois anos nos Estados Unidos e um cirurgião brasileiro disse ter feito mais de 2 mil plásticas do gênero. Mas a piração não pára por aí. Entre os serviços oferecidos pela clínica – e que faz o maior sucesso nos Estados Unidos – está a ampliação do ponto G. Isso mesmo, aquele que ninguém sabe muito bem se existe, onde fica ou como se faz pra alcançá-lo. Mas o médico responsável pela clínica me garantiu que tem uma equipe de médicos especializados em achar o ponto G (se eu fosse eles, não deixaria de mencionar minha especialidade ao me apresentar para uma mulher), que é devidamente ampliado com colágeno. “Fiz um ponto G há duas semanas, mas a moça ainda não teve relação, mas a maioria gosta muito e volta de 3 a 4 meses [ele murcha de novo depois desse tempo...]”, ele me disse. “Se tiver interessada, é só me ligar”. Tentador, mas ainda prefiro o botox. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79094-8055-487,00.html |
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Redação Galileu - 24/04/2008
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Amante de plástico Não parece o boneco da CET?Eu já sabia da existência das Real Dools, aquelas bonecas infláveis, que se colocadas em uma mesa na balada iriam atrair vários marmanjos, tamanha a realidade de suas feições e corpo. O que eu não sabia e descobri fuçando o site das Real Dools (cheguei lá por causa de um vídeo, na verdade, um trecho de um documentário britânico sobre homens que vivem maritalmente com as tais bonecas. Impressionante! – no link abaixo) é que existe a versão masculina. A julgar pelo capricho que os fabricantes têm com os bonecos, suspeito que a maioria das mulheres sentem o mesmo tesão que eu pelo brinquedo: zero. Acho que mesmo que eles fossem mais bonitinhos, eu não encarava. Eles parecem aqueles bonecos da CET, lembram? Definitivamente, não iria trocar um homem de verdade pelo de plástico – tá, mesmo que não tivesse nenhum disponível, iria arrumar outro jeito. http://boinkology.com/2008/04/16/guys-and-dolls/http://www.realdoll.com |
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Redação Galileu - 29/04/2008
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Clonagem liberada Dica de “approach” para os rapazes que sempre quiseram presentear a parceira com um vibrador, mas estão adiando por medo de serem trocados, e também para as mulheres que sempre quiseram ter um, mas temem a reação do parceiro. Elas: “amor, te amo tanto, que queria ter uma cópia sua”. Eles: “amor, como te amo tanto, quero te dar prazer em dobro”. Ok, brega e falso, né? Então conta, assim como quem não quer nada, que a empresa norte-americana “Clone a Willie” comercializa kits para que os interessados fabriquem uma réplica de látex de seu próprio pênis. O kit inclui um vibrador, que pode ser aplicado ao produto final – e tem uns que até brilham no escuro. Se ainda assim, alguns rapazes ficarem com medo de perder a namorada/mulher para seu “clone”, é possível fazer outros presentes com o kit, como sabonetes ou chocolates (e matá-la de tanto rir). As meninas podem retribuir o presente! (sim, também tem o kit “clone a pussy” – que quer dizer isso mesmo). Imperdível o passo-a-passo de como clonar o pênis no site do fabricante (em desenho e vídeo!). Agora não tem mais desculpa. http://www.cloneawilly.com |
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Redação Galileu - 30/04/2008
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Sexo engajado ReproducaoAinda não sei se é pegadinha ou é real mesmo (estou checando), mas não agüento, preciso dividir, porque a história é boa de qualquer maneira. Trata-se de um projeto, digamos, pouco convencional, para lutar pela liberdade de expressão na internet, contra alguns provedores que querem limitar o acesso à web. A idealizadora do site – uma garota belga chamada Tania – “Don’t Stay a Virgin” (não fique virgem) “irá fazer amor com todos os virgens que defendem a internet”, como explica no site. Por que só os virgens? Porque ela quer restringir o número de pessoas (só não sei como ela vai checar isso). Os candidatos terão que concordar os seus termos de serviço (ela não cobra nada e ainda paga as despesas de viagem. Também permite filmagem e fotos, mas sem fins comerciais...), que só pode durar 30 minutos, só estará disponível para maiores de 18 anos e com camisinha. Sexo anal será negociável (?!). Ah sim, os candidatos terão que provar (serve o link de um post) que defendem a neutralidade da internet (certeza que boa parte da população masculina do planeta se mobilizará pela causa). Parece surreal (e bom) demais pra ser verdade, né? (ela é bonita, ainda por cima) também acho, aposto que vem alguma campanha de marketing ou algo do gênero na seqüência, não sei. Por isso estou investigando. Volto no assunto assim que conseguir mais informações (se alguém se der bem, me conte!). http://dontstayvirgin.movielol.org/main2.php |
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Redação Galileu - 06/05/2008
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Pêlos, por que tê-los?* Acabo de ler um artigo da sexóloga e especialista em relacionameto Yvonne Kristín Fulbright, do site FoxSexpert, que me fez lembrar uma conversa muito útil e produtiva com uns amigos em uma festa sobre o tema em questão: depilar ou não depilar tudo? Não chegamos a um acordo na ocasião, mas houve uma troca interessante de informações sobre métodos e motivos para manter ou não a cabeleira (também houve um esvaziamento repentino da festa... hehehe). Eis mais alguns argumentos levantados pela especialista com grupos a favor e contra a eliminação dos pêlos (já aviso que não se trata de nada científico, a maioria dos argumentos está no nível dos que discutimos, depois de alguns copos de chope. É só pra jogar conversa fora mesmo). Pelo menos agora já sei que não fomos nós, cidadãos modernos, que erguemos a primeira gilete. A depilação genital já era praticada em culturas antigas pelo mundo, como pelos egípcios, gregos e romanos (isso foi útil! Droga, podia ter lido isso antes da festa). Quem tiver mais argumentos contra ou a favor, pode mandar (guardo pra próxima discussão). Porque ficar “ao natural”- Um visual “não domesticado” resgata o animal selvagem dentro de você e de seu amante (humm, não cola)- Você e seu amante gostam e não precisam de desculpas para assumir seu estado natural (ok, a Playboy da Cláudia Ohana vendeu, tem quem goste mesmo)- Você considera seus pêlos pubianos um sinal de maturidade (sei não, acho que existem outras maneiras de expressar maturidade...)- Eles capturam o odor da maturidade sexual (definitivamente, não!)- Acredita-se que os pêlos pubianos retêm e disseminam feromônios, substâncias que estimulam a atração sexual (até onde eu sei, não há comprovação científica sobre os feromônios humanos)- Especialistas acreditam que os pêlos pubianos têm o objetivo biológico de agir como uma barreira a vírus e bactérias e reduzir o atrito durante o sexo. (ok)- Depilação exige tempo e dinheiro (ah, com gilete é rapidinho e barato)- Você ama seu corpo como ele é (gosto não se discute, mas ok)Porque livrar-se da cabeleira- Você acha sexy manter-se macia (o) e lisa (o) (mais um da série: gosto não se discute)- A ausência de pêlos aumenta o contato, deixa a pele mais sensível e exposta, aumentando o prazer. Também faz você se sentir mais limpa (o) (razoável, vai)- Você quer fácil acesso. Não precisa dizer mais nada (não mesmo)- Você curte uma praia de nudismo e quer estar confortável, livre de pêlos (ahahhah)- Você contraiu um parasita e livrar-se dos pêlos faz parte do tratamento (ahahha)- A ausência de pêlos faz você se sentir mais seca (o) e revigorada (o) (revigorada como?)- Você se sente mais confiante e atraente (vai fundo, então)- Pêlos são “out” (são?)*sempre achei essa frase do outdoor daquela clínica de estética muito ruim, mas até que combinou com o post, vai |
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Redação Galileu - 07/05/2008
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Maio é o mês da masturbação! Good VibrationMaio é o mês das mães, das noivas e também o mês da masturbação. Descobri hoje que, desde 1995, celebra-se nos Estados Unidos o “National Masturbation Month” ( mês nacional da masturbação). Não, o povo não sai por aí se masturbando no meio da rua (pelo menos não em público) e a comemoração não é desculpa (só) pra sacanagem. A proposta é até engajada, visa à educação sexual. Foi criada por uma famosa Sex Shop de São Francisco, chamada Good Vibration, para celebrar os benefícios do sexo solitário e acabar com os mitos que rondam a prática ( lembram daquelas histórias de que crescia pêlos nas mão, dava espinha e fazia os meninos “criarem” peitinhos? Se isso fosse verdade, não ia sobrar muita gente com aparência normal no mundo). Mas voltando às origens da comemoração, a motivação foi a demissão da ministra da saúde dos Estados Unidos pelo então presidente Bill Clinton, por ela ter sugerido que o tema fosse incluído no programa nacional de educação sexual do país. Desde então, em todo mês de maio a masturbação vira pauta para os meios de comunicação, tema de palestras e outros eventos mais animados, como a Masturbate-a-Thon, uma maratona beneficente (verdade!) na qual homens e mulheres maiores de 18 anos demostram todo seu talento manual em público. O evento já se espalhou para outros estados e países. Ainda não chegou ao Brasil, mas dá para participar online, é só se registrar no site (vai ser no dia 25 de maio). Vou contribuir para a causa deixando um link para o especial de masturbação do site About.com (em inglês). Comemore! |
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Redação Galileu - 08/05/2008
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Sexy é... BoinkologyA frase acima pode ser completada de várias maneiras, dependendo da idade, do sexo, da nacionalidade e da vivência da pessoa que a termina. Essa diversidade de opiniões pode ser conferida no site da nova (e ótima) campanha do lubrificante íntimo KY “Keep Life Sexy” (algo como viva a vida sexy). Você pode dar a sua contribuição e checar as demais no site (em inglês)- divididas por sexo e idade. Confesso que fiquei surpresa com a meiguice da resposta dos rapazes, esperava algo mais, digamos, agressivo. Puro preconceito.... Tá aí outro serviço da campanha. E pra você, o que é sexy? Compartilhe a sua opinião lá e aqui também! |
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Redação Galileu - 12/05/2008
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Qual a sua nacionalidade na cama? Recomendo o divertidíssimo teste “Are you British in Bed?” (você é britânico na cama?) feito pela marca de lubrificantes íntimos KY (é o segundo post falando neles, mas é pura coincidência – os caras estão inspirados – não estou fazendo propaganda, nem sendo paga pra isso). A apresentação já é de morrer de rir (uma oficial de imigração com cara de poucos amigos entra antes de cada pergunta). O teste é rápido, criativo e nada científico, vale só por diversão mesmo. O meu deu 71% brasileira. E o seu? http://www.areyoubritishinbed.co.uk/ |
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Redação Galileu - 13/05/2008
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Tamanho é fundamental Você sabe o que é Giantess? Eu não sabia, até ler em “A Vida Secreta” o post sobre esse fetiche, em que a pessoa fantasia ser um indivíduo minúsculo submetido aos desejos de um gigante. “A fantasia do Giantess tem diferentes vertentes, mas todas tratam basicamente do ato de submeter ou ser submetido à vontade, desejo, capricho de outro e ser dominado (ou dominar) de uma maneira incondicional, já que a diferença gritante de tamanhos torna o pequenino um ser indefeso apesar de todos os seus esforços”. Quer saber mais? Dá uma passada lá. Você lerá “As viagens de Gulliver” com outros olhos... |
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Redação Galileu - 16/05/2008
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Vibradores: aliados ou concorrentes? SquireUm amigo me perguntou hoje se todas as mulheres tinham vibradores, se isso era uma espécie de segredo do universo feminino. Disse que algumas têm e que isso não é, ou pelo menos não deveria ser, segredo, mesmo para as comprometidas. Ele me disse que não gostaria de ter um concorrente em casa. Aí eu quis saber se os amigos deles compartilhavam a opinião. A resposta foi que homens não falam sobre vibradores, falam sobre futebol, porque esse assunto é incômodo, mas que homens, em geral, não gostam de concorrentes, na sua definição: qualquer tipo de instrumento que agrade à sua mulher, que não seja ele. Será que todo homem vê os vibradores como concorrentes? Eles não têm imaginação? Instaurada minha curiosidade jornalística (e indignação), comecei a pesquisar. Primeiro fiz uma enquete rápida com outros amigos. Todos disseram que se sentiriam inseguros se suas mulheres aparecessem com um vibrador em casa (teve gente que disse que se ela gostasse muito e se conversassem antes, tudo bem, caso contrário, poderia dar a sensação de que há algo errado na vida sexual do casal). Outros, preferem não saber. “Não tenho idéia se a minha namorada tem um vibrador, e não tenho vontade nem coragem de perguntar. É claro que eu teria ciúmes e me sentiria intimidado - o negócio está pronto pra funcionar a qualquer hora do dia, sem necessidade de descanso (no máximo uma troca de pilhas), e provavelmente só é vendido no tamanho extra large". Descoberto que a maioria dos homens do meu convívio encaram o brinquedo como um concorrente, dei uma “googlada” em português e em inglês pra ver se alguém tinha feito alguma pesquisa maior sobre isso. Não achei nenhuma pesquisa com números, mas achei um monte de artigos e fóruns que coincidiram com a opinião dos meus amigos. Destaque para um artigo atribuído ao Arnaldo Jabor, do qual reproduzo um trecho aqui: “Vamos assumir logo: temos inveja e ciúmes do vibrador. Se uma mulher põe um vibrador na cama com o parceiro, isso pode provocar uma crise: “Ele é melhor que eu, quem você prefere?” Um vibrador pode provocar broxadas irreversíveis; um vibrador pode gerar terríveis discussões de relação (“DR’s”), a que ele assistirá impassível, ali, na cama, como um juiz da Vara de Famílias (com trocadilho).” Agora o outro lado. Também nada científico, apenas a visão de quem está dentro do universo feminino e fala sobre isso com as amigas (as mulheres não se intimidam com o assunto). Rapazes, se a mulher de vocês tem, ou quer um vibrador, isso não significa que ela queira ou vai te trocar (inclusive, a intenção dela pode ser usar com você). Assim como os homens, as mulheres também se masturbam, o que é saudável e natural (vocês não compram revistas masculinas? Então...). É claro que se você estiver merecendo ser trocado (e todo mundo sabe quando está) aí sim corre o risco, mas me arrisco a dizer que por outro homem –ou mulher, vai saber –, mas não por um brinquedo sexual. Como não encontrei nenhuma pesquisa sobre o assunto, fiquei curiosa. E para você, os vibradores são aliados ou concorrentes? |
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Redação Galileu - 19/05/2008
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Qual das duas?  Como o assunto da matéria de capa da próxima edição da revista Galileu é de interesse dos leitores do Sexpedia, convido todos a participarem da votação para escolher a melhor imagem de capa no blog da Galileu. A votação está aberta até terça, 20/06, às 16h. Participe! |
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Redação Galileu - 20/05/2008
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Sem palavras Algumas imagens, realmente, valem mais do que palavras. É o caso da foto acima. Adorei e resolvi compartilhar aqui, assim como fez o pessoal da Good Vibrations, que recebeu o spam e publicou no seu blog. |
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Fernanda Colavitti
Não sou sexóloga, nem tenho qualquer tipo de especialização acadêmica no assunto, mas como temas relacionados a sexo estão presentes na maioria das minhas sugestões de pauta e matérias (não sou nenhuma maníaca, juro, é curiosidade jornalística-científica pura), o pessoal da redação me incentivou a criar um blog para trocar idéias sobre meu assunto predileto e ajudar a buscar as respostas para dúvidas de todos os interessados em melhorar a vida sexual. Adorei! Um espaço só para falar sobre sexo, em horário de trabalho e com o aval do chefe? Irrecusável.
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